Pesquisa aponta aspirina como arma contra câncer
O uso regular de aspirina pode reduzir o risco de morte em pacientes com câncer colorretal, revela estudo inédito publicado ontem na revista da Associação Médica Americana (Jama).
No Brasil, esse tumor é o terceiro (em mulheres) e o quarto (em homens) de maior incidência.
Pesquisas anteriores já haviam apontado que a aspirina também diminui o risco de adenoma colorretal (tumor benigno), mas é a primeira vez que se demonstra o impacto na sobrevida de pacientes com o câncer.
Além de analgésicos, os componentes da aspirina (ácido acetilsalicílico) têm efeitos anti-inflamatórios e anticoagulantes. No câncer, a hipótese é que a droga iniba uma enzima (COX-2) presente em dois terços dos tumores colorretais.
O estudo
– A pesquisa americana acompanhou 1.279 pessoas com câncer colorretal sem metástases (estágios 1, 2 e 3), que passaram por tratamentos convencionais (cirurgia e radioterapia associada ou não à quimioterapia).
– Em 11 anos de seguimento, os pacientes que tomaram regularmente a aspirina como droga coadjuvante tiveram 30% menos risco de morrer em comparação aos doentes que não usaram o medicamento.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
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